A escolha entre solo, duo e formações maiores costuma virar uma decisão de orçamento, e isso é uma pena, porque o critério principal deveria ser outro: o que combina com o espaço e com o clima do evento.
Solo
A harpa sozinha é o formato mais pedido em cerimônia. Preenche sem ocupar, cabe em espaço pequeno e deixa a cena limpa nas fotos. Em capela, sítio e cerimônia para até cento e cinquenta convidados, resolve bem.
Duo e trio
Harpa com violino, flauta, violoncelo ou voz ganha corpo e emoção sem virar orquestra. É a escolha certa quando a entrada da noiva precisa de mais peso ou quando existe uma música com melodia forte que pede um segundo instrumento.
A voz muda bastante o resultado em música sacra e em trilha de cinema, onde a letra faz parte da memória de quem ouve.
Quarteto e grupos maiores
De quatro a seis músicos, ou mais, para cerimônia de grande porte, salão alto e evento corporativo com palco. Exige mais espaço físico, mais tempo de passagem de som e um cronograma mais rígido.
Três perguntas que resolvem
- Quantos convidados e qual o pé-direito do espaço?
- A entrada da noiva tem uma música específica em mente?
- A música continua no coquetel e no jantar?
Com essas três respostas, a formação se escolhe quase sozinha.
Pedir orçamento Pedir orçamento